Butão: um destino que carrega aquela irresistível sensação de descoberta
Descubra o Butão: um destino que prioriza bem-estar, preservação cultural e natureza, guiado pela Felicidade Nacional Bruta e por escolhas conscientes.
Descubra o Butão: um destino que prioriza bem-estar, preservação cultural e natureza, guiado pela Felicidade Nacional Bruta e por escolhas conscientes.
No destino que controla com cuidado o número de visitantes por meio da Taxa de Desenvolvimento Sustentável, a regra é clara: preservar suas tradições, proteger a natureza e garantir que quem chega ali viva algo profundo, em harmonia com o que o país mais valoriza: o bem-estar.
Fechado para o mundo até 1974, o Butão só recentemente passou a ser descoberto por viajantes. Para assegurar que a globalização não interfira na cultura local, o governo controla a entrada de visitantes e faz questão de ciceronear um por um. Embora os forasteiros só possam ver o que o país tem de melhor, a viagem permite conhecer uma realidade rara no planeta – uma sociedade que escolheu priorizar valores próprios, independente do ritmo acelerado do mundo.



O Butão é o único país do mundo a classificar Gyalyong Gakid Palzom, ou Felicidade Nacional Bruta (FIB), acima do PIB. Tudo, desde governança e desenvolvimento econômico até preservação cultural e conservação ambiental, é decidido de acordo com esse princípio holístico, projetado para medir e proteger a felicidade e o bem-estar coletivos da população.
Quando a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução em 2011, elogiou o Butão e instigou outros membros a seguirem o exemplo. Mas como um país mede a felicidade e como é viver essa filosofia? Talvez a gente nunca saiba por completo, mas dá para ter um gostinho visitando o país: percebendo o ritmo, os rituais, as conversas e a gentileza que definem o cotidiano do reino.
O Butão é daqueles destinos que, inevitavelmente, absorvermos. Cada detalhe, das paredes pintadas à mão ao perfume das oferendas, dos vales silenciosos aos caminhos que levam a mosteiros suspensos, reforça a sensação de que ali existe uma forma de vida que se sustenta por escolhas conscientes (e muita presença).
No fim, talvez seja isso que mais marca quem visita: a oportunidade de testemunhar um país que ainda se orienta por aquilo que considera essencial: a preservação, o bem-estar e a busca serena por felicidade.
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